HOSPÍCIO #51 – Obrigados da Fiel? Não

A torcida do Corinthians. Ah, a torcida do Corinthians. Tão difícil de entendê-la. Como pode um clube ter uma torcida dessa? Nos momentos bons e ruins? Tendo condições de ir ou não? Em números, a torcida mais presente do Brasil, com melhor média de público. Mas, o que move isso?

 

hospício

 

9 de Outubro de 1977, Corinthians 1×2 Ponte Preta, mais de 146 mil pessoas assistiram ao jogo, em que, até hoje, é o recorde do estádio do Morumbi. Invasão Corinthiana de 1976, 50 a 70 mil torcedores do Corinthians saíram do estado de São Paulo e foram assistir a semifinal contra o Fluminense no Maracanã. Invasão Corinthiana de 2012, de 30 a 40 mil corinthianos cruzaram o Mundo para ver o Corinthians bicampeão mundial no Japão. Fora tantos outros exemplos das décadas de 70, 80 e 90, que são até os dias de hoje recordes de público da história do Corinthians, com mais de 90 mil torcedores no estádio, em que o Corinthians nem sonhava em ter o maior programa de sócio-torcedor do Brasil e o 5º do mundo, que “obriga” a torcida a ir no estádio.

 

 

Mas então, se não é o sócio-torcedor do Corinthians que move essa paixão toda que podemos ver na Arena Corinthians ou em qualquer outro lugar, se não é o sócio-torcedor que faz a Fiel ter a maior média de público do Brasil, então, o que é? Paixão, loucura, amor. Há muitas definições para isso. Sentimentos e comportamentos que movem a torcida até mesmo nos piores momentos, como em 2007 e 2008.

Nos entender? Nem tente, você não é louco o suficiente

Thiago Cunha Martins

Paulistano, alvinegro, co-fundador e Diretor-geral do HTE Sports. Jornalismo por paixão, Psicologia por vocação. Adorador do futebol e tudo o que o rodeia. Fã curioso da NFL, UFC e eventual seguidor de outros esportes

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