HOSPÍCIO #80 – Na raça e na bola

Como toda a nação já está acostumada, quando o Corinthians vence e parece ter uma reação, arrumam lances para reclamar. Inclusive, de personagens que já reclamaram, sem argumentos concretos, anteriormente. Os corinthianos já não se importam mais, e sabem que o time jogou para ganhar. No primeiro jogo de Carille como técnico, o time teve outra postura, não recuou e fez o resultado.

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Cristóvão Borges demitido, clássico perdido no final de semana (com lances polêmicos, que não causaram tanto rebuliço como no jogo contra o Fluminense) e um cenário desfavorável ao Corinthians. Tudo isso e com o histórico da Arena em mata-matas, parecia óbvio que algo aconteceria de ruim. Mas, não foi assim. Jogou bem, consciente e sem recuar. Fez o primeiro gol e buscou o segundo. E com jogadas bem trabalhadas, o que não se via no Corinthians anteriormente.

Jogou com vontade e fez o resultado, apenas isso. Não houve interferência da arbitragem que favorecesse, e mesmo se houvesse, não seria por conta de time x ou y, mas sim porque os árbitros erram em quase todos os jogos. É leviano dizer que comprou o juiz, até porque, o financeiro do clube não tem dinheiro de sobra para tal. Mais leviano ainda é insinuar que os jogadores aquecem ao lado do bandeira e influenciam nas decisões do mesmo.

O mais correto seria provar tantas e tantas insinuações que fizeram e fazem ao longo desses anos. Mas, o Corinthians não parece estar disposto à fazê-los a provar em juízo isso. Ganhou apenas no futebol, e que continue assim. Vai Corinthians

Thiago Cunha Martins

Paulistano, alvinegro, co-fundador e Diretor-geral do HTE Sports. Jornalismo por paixão, Psicologia por vocação. Adorador do futebol e tudo o que o rodeia. Fã curioso da NFL, UFC e eventual seguidor de outros esportes

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