Vai começar a Superliga

A principal competição do voleibol nacional começa amanhã, 27/10, com jogos do masculino e feminino. O campeonato brasileiro é um dos mais fortes do mundo, com presença de diversos medalhistas olímpicos e jogadores importantes das principais seleções do mundo. Vamos comentar aqui um pouco das expectativas da temporada 2016/2017 e deixa um convite para você acompanhar nossa cobertura do voleibol esse ano, com posts no mínimo quinzenais aqui no HTE Sports e materiais diferentes que vamos adicionar aos poucos em nossas redes sociais, principalmente no Facebook e Twitter. Informação importante: Aqui, sempre falaremos os nomes do time com os patrocinadores que batizam as equipes. É uma maneira de valorizar quem apoia o esporte.

Volei Nestlê/Osasco é mais uma vez o forte concorrente do Rexona/Sesc

Competição Feminina
A principal pergunta na competição das mulheres é se o Rexona/Sesc, do Rio de Janeiro continurá o domínio no cenário nacional. Atuais tri-campeãs, as cariocas tem uma equipe com novidades. Nathália, uma das principais referências do Brasil, saiu da equipe para jogar na Turquia, deixando um caminho aberto para novas protagonistas. A jovem ponta Gabi e a holandesa Anne Buijs despontam no quesito ofensivo, que ainda conta com a levantadora Fabíola e na defesa tem a melhor líbero do mundo, Fabi. A equipe já disputou três competições nessa temporada, terminando em quinto no Mundial de Clubes, perdendo apenas para as campeãs e vice do torneio em jogos de 3×2, foi vice-campeã estadual, perdendo para o Fluminense (que estreará na Superliga) a final e venceu a SuperCopa contra o Dentil/Praia Clube. Ainda é a principal favorita, mas times como Vôlei Nestlê (Osasco), Pinheiros, Rio do Sul e o próprio Dentil/Praia Clube podem complicar muito a vida das cariocas nessa temporada.

Uma novidade na edição feminina será que teremos dois jogos em Manaus, mesmo com a Superliga ainda não tendo equipes na capital amazonense. o São Cristovão Vôlei, de São Caetano, mandará duas partidas no norte do país. Por mais que muitos possam dizer que o fator casa tem que ser valorizado na competição, o vôlei precisa se expandir dentro do território nacional. Como praticamente todas as equipes da SuperLiga estão no Centro-Sul, levar jogos para essas localidades é uma importante ferramenta de marketing para fazer a modalidade crescer.

Agora com Wallace no elenco, o Funivic Taubaté deve ser um dos principais rivais do Sada/Cruzeiro

Competição Masculina
Todos contra o Sada/Cruzeiro. Assim como no feminino há um domínio de uma equipe, no masculino os mineiros são a equipe a ser batida. E não será tarefa fácil, afinal, acabaram de sagrar-se campeões mundiais, dominando as principais equipes da competição. Na final, um 3 sets a 0 sobre o fortíssimo Zenit, com um 25/15 no set decisivo. Mesmo sem Wallace, que foi para o Funivic/Taubaté juntar forças com Lucarelli, o Sada/Cruzeiro ainda conta com os cubanos Leal e Simon (o primeiro em processo de naturalização), o levantador William e o ótimo líbero Serginho. Os principais rivais devem ser o já citado Funivic/Taubaté, campeão paulista desse ano, e o SESI que investiu forte para ter Bruninho, Serginho, Lucão e Aracajú (olho nesse central).

Com 10 dos 12 medalhas de ouro olímpicos no Rio de Janeiro, temos todos os ingredientes para uma competição do mais alto nível técnico. Quem ganha, é o torcedor.

Marcelo Tadeu Parpinelli

Um cara que gosta de opinar sobre tudo, principalmente daquilo que não conhece e não entende. Aspirante a filósofo nas horas vagas.

%d blogueiros gostam disto: