Conclusões coloradas

Texto: Marques de Souza

Relutei em comentar a contratação do técnico Lisca, feita pelo Internacional nos últimos dias. Não por soberba, mas pela necessidade de se pensar ainda mais sobre quais resultados positivos tais mudanças iriam trazer. Nem tanto pelo profissional. O técnico tem identificação com o clube e realizou trabalhos regulares, mas pelo tempo.

O tempo que é ouro. Que é rei.

E um reinado não perdoa erros de gestão, intrigas entre a diretoria, vaidade e discussões no elenco e falta de sequência de um treinador. Mas no Colorado, aconteceu de tudo. De tudo de ruim um pouco. E de bom, quase nada.

E o torcedor lamenta.

Para quem estava acostumado com acertos, vitórias e competições internacionais, lutar para não cair chega a ser traumático. E está sendo. Mas o final está bem perto de ser revelado.

Pelo bem do futebol brasileiro, não desejo a queda do Internacional. É gigante. Assim como uma queda não iria destruir sua magnífica história. Muitos já caíram e se reergueram. Ah, mas… Quanto ao Lisca, nesse momento, faltando três, e agora duas rodadas para o fim do campeonato.

Louco ele já é, agora pode virar santo. E dos milagreiros.

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