O melhor e o pior do Brasileirão 2016

Saudade. O Brasileirão acabou no último domingo (11) e agora teremos que esperar até maio de 2017 para mais uma edição do nosso querido campeonato nacional de futebol. 2016 foi um ano marcante, de conquistas, resultados, acontecimentos interessantes e também muito tristes. Vamos listar, resumidamente, o que de melhor e o que de pior aconteceu no Campeonato Brasileiro de 2016.

DE MELHOR A campanha do Palmeiras

Foto: Cesar Greco / Fotoarena

O Palmeiras sagrou-se campeão do Brasileirão 2016 com muita tranquilidade. O Verdão chegou a ser ameaçado, mas nunca levou grandes sustos. A campanha que teve 24 vitórias, 8 empates e 6 derrotas, além do melhor ataque e melhor defesa da competição (ao lado do Atlético/PR) é prova viva do bom trabalho feito por Cuca e seus comandados.

DE MELHOR – A briga pelo G6 e contra o rebaixamento

Com as mudanças da Conmebol na Libertadores e Copa Sul-Americana, o Brasil ganhou mais vagas nas competições e isso mudou toda a configuração da classificação para as rodadas finais. Sendo assim, o G6 só foi fechado na última rodada. Assim como a briga para não cair. Vitória, Sport e Internacional disputaram a permanência até os minutos finais da 38ª rodada, com a história terminando pior para o Colorado.

DE MELHOR – Ascensão de times como Atlético/PR, Chapecoense e Ponte Preta

O Atlético/PR foi a grande surpresa da competição. A equipe rubro-negra paranaense, comandada por Paulo Autuori, jogou muito bem dentro de casa conseguiu encerrar na sexta colocação, se classificando para a Libertadores. Outro time que foi bem foi a Ponte Preta. A Macaca, que não foi bem no Paulsitão, surpreendeu e terminou o Brasileirão em 8º, tendo um dos artilheiros do campeonato (Pottker, com 14 gols). A nossa querida Chapecoense foi outro time que mandou bem. Apresentando um futebol ofensivo e sempre bem na Arena Condá, a Chape terminou o Brasileirão em 11º.

DE MELHOR – Destaques individuais

O Brasileirão 2016 apresentou diversos destaques individuais. Marinho, do Vitória, chamou atenção pelos belos e decisivos gols, além de salvar o rubro-negro baiano da queda para a Série B. De outro time nordestino, o Sport, veio Diego Souza, um dos artilheiros com 14 gols. Ele carregou a equipe nas costas. Podemos citar outros nomes como: Keno e Grafite, do Santa Cruz, Pottker, da Ponte Preta, Thiago Heleno, do Atlético/PR, Gustavo Scarpa, do Fluminense e Cueva, do São Paulo.

DE PIOR – Erros de arbitragem

Imagem: Reprodução / Premiere FC

Infelizmente, mais um Brasileirão foi marcado por muitos erros de arbitragem. Uma das situações mais polêmicas foi a do Fla-Flu, onde foi marcado um impedimento de gol do Fluminense, o juiz voltou atrás e depois resolveu anular novamente, levando o caso inclusive para o STJD. Além disso, muitas faltas invertidas, pênaltis mal marcados. A arbitragem brasileira precisa melhorar. E muito!

DE PIOR – Times desfalcados por causa da Seleção Brasileira

O Santos foi um dos times que mais sofreu com as ausências de jogadores cedidos para a Seleção Brasileira, seja para as Eliminatórias, seja para Copa América Centenário e também para as Olimpíadas. A CBF precisa se organizar de modo que os clubes não sejam prejudicados com o campeonato em andamento.

DE PIOR – Tentativa de tapetão

O Internacional aguardou até momentos antes da 38ª rodada para entrar com ação do STJD visando tirar pontos do Vitória por uma suposta irregularidade do zagueiro Victor Ramos. A tentativa desesperada da equipe gaúcha não agradou o público em geral, que ficou bastante chateada inclusive com algumas declarações de dirigentes do Colorado. No entanto, o STJD não levou a ação para frente e não houve tapetão.

DE PIOR – Quantidade de gols marcados

Foram marcados 912 gols em 379 partidas do Brasileirão 2016. Além do número ser mais baixo que em anos anteriores, a artilharia dividida por 3 jogadores com 14 gols foi a mais baixa desde 1990, quando Charles, do Bahia, marcou 11 gols.


O que você achou do Brasileirão 2016? Faltou algum destaque no pior e no melhor da competição? Não deixe de conferir a Seleção HTE do campeonato!

Heider Mota

Baiano, 21 anos, estudante de jornalismo e amante dos esportes. Twitter: @heiderzito

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