Diário de um treinador #5 – Ficamos no quase!

Amigos, estou de volta para mais um capítulo da série. E neste, contarei para vocês como foi nossa terceira partida na Copa dos Comerciários de futsal.

Enfrentamos a Farmácia Menor Preço, adversário de teoricamente mesmo nível que o nosso. No amistoso em que fizemos contra eles, vencemos por 3×1, com apenas 6 jogadores de linha. Fato esse que praticamente se repetiu na última sexta, quando tínhamos apenas 8 atletas, incluindo o nosso goleiro. Desde o início, conversando com o Matheus, já previa uma partida pegada, e que o time vencedor sairia dali com a vantagem de apenas um ou dois gols.

E assim foi! Começamos perdendo, mas aos poucos fomos pegando o ritmo de jogo e administrando a partida. Conseguimos o empate com um gol do Daniel, e outros lances que críamos logo em seguida, que quase ocasionaram na nossa virada no placar. A marcação funcionava quase que perfeitamente no primeiro tempo quando acabamos empatados, já imaginando a nossa primeira vitória na competição que poderia vir.

Voltamos para a segunda etapa, e o mesmo problema voltou a acontecer. Tomamos um gol logo no primeiro minuto, e o time se perdeu por um certo tempo. Tava na hora de pedir tempo e chamar a atenção da galera, com relação a lances bobos que teriam como a gente tirar a bola do campo defensivo facilmente, era só ter calma.

Até que em um lance despretensioso, quando o goleiro adversário lançava a bola para o campo de ataque, Felipe matou no peito, e mandou uma bomba de trás do meio da quadra. O arqueiro adversário foi tentar encaixar a bola, mas tomou um belo de um peru, que arrancou risadas e aplausos da torcida ao mesmo tempo.

2×2 no placar, torcida a nosso favor e nada parecia mais dava errado, pois estávamos dominando o jogo, criando várias chances de perigo à meta adversária. O problema foi que o time subiu demais! Em dois contra-ataques, eles praticamente mataram o jogo, fazendo 4×2 no placar. Aos 18 minutos da segunda etapa, o Felipinho descontou, dando um novo ânimo para os segundos finais.

Eis a bola do jogo: Matheus recebe de Igor Rocha, dribla o adversário, vai na linha de fundo e cruza no alto pro Daniel que estava sozinho, pronto pra fuzilar pra rede. A bola veio na perna esquerda, e ao invés de ir pra rede da trave, ela foi pra rede de proteção da arquibancada, rs, uma pena! Saímos dali cabisbaixos por sabermos que esse era o jogo da vitória, mas infelizmente ela não veio.

No vestiário, um sentimento de frustração. Mesmo com o time evoluindo, uma vitória na partida nos daria ânimo para enfrentar as partidas seguintes, mas não tínhamos o que fazer a não ser agradecer a Deus pela bela partida, e pedir forças para continuar de cabeça erguida. No próximo jogo, enfrentaremos o time da Pousada Queiróz que empatou em 1×1 contra o Supermercado União.

Até a próxima!

Rafik Oliveira

Sou inovador em tudo que faço, almejando conhecimento e sucesso em minha carreira.

%d blogueiros gostam disto: