Tóquio 2020 – Novo ciclo olímpico da ginástica artística é bem promissor

Sim, já estamos falando sobre Tóquio-2020. A base das medalhas que iremos comemorar daqui a três anos começa agora e não quando estivermos a um ano da competição. E, na ginástica artística, o início tem sido bastante construtivo, tanto no masculino como no feminino. No último domingo, dia 21, a equipe conquistou cinco medalhas na etapa de Copa do Mundo da Croácia, em Osijek. Thaís Fidelis e Flávia Saraiva fizeram dobradinha no pódio em dois aparelhos: trave e solo. Já Arthur Zanetti dominou mais uma vez a competição nas argolas e garantiu o ouro.

Thaís e Flávia foram bem nas finais da trave, melhorando o desempenho com relação à classificatória, quando Flávia terminou em quarto e Thaís em oitavo. Na etapa decisiva, Thaís fez uma bela prova e somou 13,467. Flávia se apresentou um pouco depois e, com 12,933 garantiu o bronze. Entre as duas brasileiras ficou a russa Anastasiia Iliankova, com 13,333.

As duas atletas voltaram a brilhar no solo. Últimas a se apresentarem, as brasileiras encantaram o público. Flávia entrou no tablado primeiro e somou 13,633, garantindo a prata. Thaís entrou em seguida para, novamente, conquistar o ouro 13,733. A terceira colocada foi Liliia Akhaimova, da Rússia, com 13,500.

Nas argolas, o campeão olímpico e mundial Arthur Zanetti voltou a repetir a nota da qualificatória, com 14,900 no encerramento da prova, ultrapassando todos os competidores. O Brasil também foi representado nas finais do aparelho por Francisco Barretto, que terminou em sétimo, com 12,800. Francisco também ficou em sétimo na barra fixa, com 13,533.

Conquistas importantes que mostram uma continuidade do trabalho da seleção que a cada Olimpíada vem se destacando cada vez mais.

Marcelo Tadeu Parpinelli

Um cara que gosta de opinar sobre tudo, principalmente daquilo que não conhece e não entende. Aspirante a filósofo nas horas vagas.

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