Corinthians 2012 vs 2017: coletividade e superação à flor da pele

No aniversário de 5 anos da conquista do primeiro título da Libertadores corintiana, resolvemos fazer a comparação entre a campeã do torneio sul-americano, com o elenco de 2017, atual líder do campeonato brasileiro.

O único remanescente daquela conquista é o goleiro Cássio, que no início da competição era reserva, e assumiu a titularidade após uma falha grotesca do então titular Júlio Cesar, numa partida contra a Ponte Preta, onde o goleiro sofreu um gol de falta e passou a ser criticado tanto pela imprensa, quanto por torcedores alvinegros. Sendo assim, vamos aos atletas:

Cássio 2012 x Cássio 2017

O arqueiro corintiano chegou, chegando ao timão. Causando boa impressão, Cássio logo caiu nas graças da torcida. Seus maiores feitos naquele ano se devem às defesas contra o Vasco, na semifinal da Libertadores e da grande atuação na final do mundial contra o Chelsea.

Alessandro x Fagner

A escolha pelo atual camisa 23, vai pelo grande apoio ofensivo que o lateral dá ao ataque alvinegro, além de uma recomposição rápida, sendo um dos melhores do Brasil pelo lado direito.

Chicão x Balbuena

Os dois apresentam a característica de xerife, mas fico com o Chicão, por ser um zagueiro versátil, além de ser um dos artilheiros do Timão, enquanto vestiu o manto alvinegro. A especialidade em cobrar faltas e pênaltis, coisa rara para um zagueiro, fez com que Chicão se tornasse ídolo da Fiel.

Leandro Castán x Pablo

Bons na bola aérea, os dois zagueiros serviram muito bem a equipe, enquanto estiveram presentes. A escolha por Pablo, vai pela solidez e confiança a cada jogada que o atleta disputa, tornando a zaga corintiana uma das menos vazadas do país.

Fábio Santos x Guilherme Arana

Embora não seja unanimidade, vou pela versatilidade de Arana. Por ainda ser jovem, o garoto tem demonstrado muita evolução e maturidade no elenco corintiano, sendo cogitado por muitas equipes da Europa.

Ralf x Gabriel

Com fama de ser o “cão de guarda” da defesa corintiana, Ralf é outro que até hoje é lembrado como um dos maiores volantes que o Corinthians já teve.

Paulinho x Maycon

Embora seja uma injustiça a comparação, por se tratar de um jogador já rodado e um atleta que subiu recentemente da base, a escolha por Paulinho é pela versatilidade, tendo bom toque de bola e sempre estando presentes na bola aérea.

Danilo x Rodriguinho

Foi a única que decidi ficar em cima do muro. Pela representatividade dos dois no elenco, seja na habilidade do “Zidanilo” ou na precisão do Rodriguinho, são jogadores que, quando não estavam presentes, deixavam um vazio na equipe.

Alex x Jadson

Mestres na bola parada, Alex e Jadson são dignos de uma camisa 10 alvinegra. A escolha por Alex, é por ter mais participação nas jogadas, além dos chutes de fora da área, que sempre davam trabalho aos goleiros adversários.

Emerson Sheik x Romero

São dois jogadores que se entregam muito nas partidas. Mas fico com o Sheik, que além da explosão física, era decisivo e matador, sendo um dos artilheiros naquele ano com o Timão.

Jorge Henrique x

Como o Corinthians jogava sem um centroavante como referência, fica difícil escolher um segundo atacante, quando posso ter um cara decisivo em meu ataque. Por isso a vaga vai para o Jô.

Tite x Carille

Embora os dois tenham características muito semelhantes, não há como negar que o Tite remontou o Corinthians, desde aquela frustrante eliminação contra o Tolima, trazendo o nome do clube de volta ao patamar nacional, conquistando o brasileirão de 2011 e logo em seguida os títulos da Libertadores e do Mundial de Clubes.

Rafik Oliveira

Amante de várias modalidades esportivas, trago à tona diversos temas que abordam o cenário nacional, sempre com uma visão diferenciada para cada esporte.

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