Vem de 5: Os personagens mais icônicos do futebol nordestino

O Vem de Cinco traz os cinco personagens mais icônícos do futebol nordestino

1°) Magrão

‘MAGRÃO, isso lá é nome de goleiro?’ E de fato não é!

Alessandro Berti Rosa é a identificação que lhe consta não só nos registros, mas na eternidade rubro-negra, Magrão está cravado.

Não é mais ídolo – habita em um terreno mais amplo que a admiração. Em vida, ativo, se constituiu numa referência, um arquétipo por todo o sempre.
Não escondo, sou fã do cara! E questiono: quem não é?

Mas, cá pra nós, Magrão não precisa da Seleção para assinar o recibo da sua grandeza.

 

2°) Joel Sá, um patrimônio do Sampaio Corrêa

Uma figura folclórica dos gramados. E não se trata de nenhum jogador “badalado” ou nome do alto escalão do nosso futebol, uma das figuras mais curiosas do futebol maranhense. Joel é um personagem raro e folclórico que ajuda a compor o ambiente de alegria nos estádios nos jogos do Tricolor. Com uma boina e roupas sempre nas cores verde, amarelo e vermelho, ele levanta o torcedor nas arquibancadas, seja por aplausos ou por vaias. Como chama a atenção, o torcedor gosta de pegar no seu pé e as vaias explodem das arquibancadas, quando entra em campo em velocidade para socorrer seus jogadores ou quando dá cambalhotas à beira do gramado. Não satisfeito, coloca as mãos nos ouvidos como se dissesse que não estava ouvindo, querendo mais.

“Eu comecei a trabalhar com futebol e trabalhava em um time amador lá do Maranhão. Aí depois comecei a me entrosar no Sampaio Corrêa, e havia um zagueiro, que até já faleceu, que me levou para o Sampaio. Comecei a fazer amizade com o pessoal lá e iniciei o trabalho. Primeiro fui auxiliar dos massagistas, sempre auxiliando eles. Depois me tornei massagista do time”, conta Joel, e “desde não sei quando” no Sampaio.

 

3°) Caça-Rato

Do santinha para o brasil inteiro.

 

Do que é feito um ídolo de um clube de futebol? Gols, títulos, carisma, identificação com a camisa… estes e outros elementos ajudam a fortalecer e até imortalizar a relação de atletas com a torcida em qualquer lugar do mundo. No Santa Cruz, mesmo nem chegando perto dos 599 jogos de Givanildo ou dos 207 gols de Tará, Flávio Caça-Rato só precisou balançar as redes adversárias 13 vezes, em 92 jogos com a camisa tricolor. Mas não foram gols quaisquer, em jogos quaisquer. Predestinado, com estrela, compensou uma técnica limitada com momentos decisivos que jamais sairão da memória dos torcedores que presenciaram.

 

4°) Cloadoaldo

Uh, terror, Clodoaldo é matador!!!’ Parte da letra que era entoada seja no Castelão, ou no PV. No início dos anos 2000.

O “Baixinho” ou “Capetinha”, em sua terceira passagem pelo Fortaleza, período que durou quatro anos, marcou 117 dos 126 gols que fez pelo tricolor. E foi justamente nesse último ano pelo tricolor cearense que o Matador viveu seus últimos dias de glória no futebol.

Adepto do danone, o atacante era constantemente envolvido em polêmicas, faltando com frequência aos treinos por conta das noitadas.

 

5°) Carlinhos Bala, o rei de pernambuco

“Eu sou o Rei de Pernambuco”. A emblemática frase dita pelo atacante Carlinhos Bala até hoje não foi esquecida. Com passagens por Santa Cruz, Sport e Náutico, o baixinho “cansou” de brilhar em terras pernambucanas. Com exceção do Timbu, onde não ganhou título, conquistou o Campeonato Pernambucano quatro vezes (2005 e 2012 pelo Santa Cruz e 2007 e 2008 pelo Sport) além da Copa do Brasil de 2008, pelo Leão.

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