GERAL DA MACACA #14 – Paciência tem limite

Fala Macacada, tudo bem?
Tem como estar bem? Como sempre digo, perder em qualquer jogo faz parte, principalemente no futebol que é imprevisível. Mas nossas derrotas são sempre doloridas pela incapacidade. Pela ordem: 1- da diretoria por montar um time tão fraco e falta de humildade; 2- comissão técnica que não tem variações de jogo e teimosia; 3- por alguns jogadores que podem render mais e estão largando a torcida e o time na mão.

Quando alguma coisa não vai bem na vida, não é por um único motivo, mas por uma série de fatores. E uma coisa acaba influenciando na outra. E no futebol também é assim.
Nesses protestos contra o técnico Gilson Kleina, temos que lembrar da diretoria e dos jogadores.
Muitas vezes, Gustavo Bueno e Cia passam ilesos as críticas porque se escondem e ficam sem dar satisfação alguma à torcida.

Gustavo Bueno é diretor de futebol e responsável direto pela montagem do elenco, tem uma parcela enorme pelo terrível futebol apresentado pela Ponte nesse ano. Erro em 2017 começou antes mesmo do ano iniciar, efetivando Felipe Moreira como treinador.
Por outro lado, NUNCA tivemos tantas condições de fazer um campeonato acima do 10º lugar como esse ano. Em um campeonato de nivel tão aquém do aceitável para o futebol brasileiro, somando-se ao das vendas de Pottker, Clayson, CAIXA, SCHIN, PILOT…
Não vou falar de planejamento porque isso é utopia para os comandantes do nosso futebol, mas de competência. Ele, Gustavo Bueno, é INCOPETENTE para o que faz! Não serve para trabalhar na Ponte Preta. Quem contrata Naldo, Jadson, Negueba, João Lucas, Artur, Claudinho, Léo Artur, Fábio Ferreira, Fernandinho… é competente? Isso em 2017, sem contar anos anteriores.

Já no campo de jogo, Kleina voltou ao comando técnico diante do São Bento no Paulistão. Com aproveitamento de 45% nos 36 jogos que ele comandou; são 13 vitórias, 10 empates e 13 derrotas. Não vencemos 1/3 (um terço) dos jogos que disputamos sob seu comando técnico, assim como não jogamos futebol em 1/3 dos 90 minutos de uma partida de futebol. Escolhemos sempre pela defesa e, contra ataque e os 3 volantes.
Não dá mais. Lamento, gostaria que desse certo. Torci pra isso! Gostei da sua contratação, embora não fosse a minha primeira opção, mas gostei. Porém, não dá mais!

Por fim, os jogadores. Vou falar dos medalhões; Bob, Lucca e, principalmente Renato Cajá. Não dá para ser mais irritante do que ver Fernando Bob dando chutão (que ele chama de lançamento) ou toquinhos improdutivos de lado. Lucca, perdeu o foco depois das transferências não concretizadas. E Renato Cajá, que apesar da técnica, sempre deixou a Ponte Preta a ver navios ao menor sinal de propostas minimamente melhores das condições que tinha no Majestoso. Dessa vez, sua volta, é tão improdutiva quanto a volta do Kleina.

Eu acredito que nem diante de vitória (vital) contra Atlético-GO no sábado as más atuações podem ser esquecidas. Porque, repetindo, ganhar e perder faz parte do jogo, mas jogar como estão jogando é de deixar a MAIOR TORCIDA DO INTERIOR DO BRASIL com vergonha.

Depois da derrota para o Sport ontem, ouvi muitos torcedores dizendo que não voltam mais ao estádio se Kleina continuar no comando técnico. Não dá para culpa-los, só lamentar. Quem perde com isso é a Ponte Preta. Estão conseguindo deixar o time do povo, sem o povo.

Está na hora de pensar o futebol da Ponte Preta com responsabilidade e profissionalismo porque a torcida perdeu a paciência com os comandantes.

É isso!
Saudações alvinegras.

André Gonçalves

Andre Gonçalves

Ponte Preta desde sempre!

Twitter: @andre7goncalves

  • Marcelo Henrique Alves

    A Nega Véia sofre de apagão, pena que esses apagões acontecem quando o adversário não é lá essas coisas. Sem contar que de quebra viramos uma espécie de Robin Hood. Salve-se quem puder!

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